A Psicologia e a Psicopatologia da Infância e da Adolescência – 2.ª Edição

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Este texto confirma, de algum modo, da ideia da maior parte dos psicólogos que são unânimes em afirmar que a criança tem durante os primeiros tempos da sua existência, necessidade da presença quase permanente da mãe, para que esta ajude a modelar as suas emoções. Nesse sentido, não valorizam de igual modo a necessidade da presença da figura paterna. É uma questão algo polémica, mas alguns outros psicólogos admitem que a presença do pai é igualmente útil para a organização hierárquica da personalidade da criança e dos seus sentidos de confiança, de autonomia e de iniciativa.

 

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